Pular para o conteúdo principal

a.p.a.i.x.o.n.a.d.a.
(doida desvairada)
entregue &
d e s l u m b r a d a :

estou indo viver esse amor
pensar em descansar no colo dela por uns dias
me embriaga a vista
embarga a voz

a intuiçao exigindo fincar meus pés
(sem pensar muito)
amarrar minha existência nela por alguns anos e viver esse amor
i.n.t.e.n.s.a.m.e.n.t.e.

que seja eterno enquanto dure
e que dure o tempo que tiver que durar

(logo eu to pousando em ti pra ficar!)

enquanto isso to chegando pra viver essa lua-de-mel antecipada

1001 NOITES EM 7

porque
'eu sei que vou te amar ....'
já amava antes mesmo de conhecer
é cliché, claro
(afinal o cliché se torna cliché por algum motivo)

porque
ELA
ela não me completa
mas me transborda
porque (minha deusa!!!)
ELA
me transforma na melhor versão de mim mesma

updating 2.0
existe amor sim
volto a acreditar

Deusa abençoa!!
eu amo uma cidade:
e é recíproco

alguma coisa acontece no meu co
ração.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pró-cura de si por si  ensimesmando-se dentro dissignificando significados e ângulos retos procura-se  obstusidades significâncias perspectivas de obscuridade visão oblíqua cavando-se bifurcações de verdades absolutas processos in destruction nos braços da transgressão do que não se vê do que está por dentro do contorno . o avesso do avesso do verso ego é oge ...

Só sei que nadar sei

Você e esses seus olhos marejados-marejantes convite para entrar e molhar os pés na sua íris Você e esses seus cachos espiralados-espiralantes chamado para invadir e pular as sete ondas dos seus cabelos Mas eu não sou de beiradas, afinal O oceano do seu ser me convoca a imergir naufragar afundar parar para respirar nas suas ilhas e morar um pouco em cada uma delas Descansar no tronco do seu corpo-árvore quando o céu da boca estiver cospindo estrelas para sua pele  Sonoridade celeste Que faz desvendar as constelações pintadas na epiderme À deriva  nada sincronizada A maré Já não sei saber Só deixar levar  Pelo repuxo de um mar profundo , revolto Que eu desejo me afogar E ser reanimada pelo mesmo mar Que me mostra que o horizonte ainda risca à nossa frente V olto a mergulhar Só sei que nadar sei

Marielle Presente

sinto as dores fortes do parto parindo milhares delas juntas sangrando 9 meses bem agora jorro que escorre nas coxas de todas nós dos olhos de todas nós parindo mil mortes sentindo a dor daquilo que nasce em óbito cólica que revira útero explodindo jorrando o sangue implorando o vômito de tanta dor enquanto a lua mingua em peixes lá no alto minguam milhares de sereias aqui embaixo sinto todas vocês em mim mitológicas bruxas ancestrais: mulheres sentem dor em manada eles não podem calar nosso uivo