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Mostrando postagens de janeiro, 2016
Bagunçada desalinhada caótica mexida misturada  deixo minhas desordens pelos territórios que meus pés têm contato.  Não pertenco ao território, pertenço a mim mesma e a toda a extensão de pele que me delineia no espaço.  E me  apego ao  desapego para  apegar às novas  pegadas.  Tateio o espaço-do-aqui-fugidio e exploro meu corpocasaninho na relação com aquilo que meus olhos captam no horizonte. Já não enxergo fronteiras. Eu vou. Por quê não?