Bagunçada desalinhada caótica mexida misturada
deixo minhas desordens pelos territórios que meus pés têm contato.
Não pertenco ao território, pertenço a mim mesma e a toda a extensão de pele que me delineia no espaço.
E me
apego ao
desapego para
apegar às novas
pegadas.
Tateio o espaço-do-aqui-fugidio e exploro meu corpocasaninho na relação com aquilo que meus olhos captam no horizonte. Já não enxergo fronteiras.
Eu vou. Por quê
não?

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